A Benfeitora Hermenegilda Giselda Milheiro Guedes (c. 1845‑1898): considerações artísticas em torno do seu retrato

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Resumo: A encomenda dos retratos dos seus Benfeitores permitiu à Santa Casa da Misericórdia reunir um ativo artístico bem documentado e estilisticamente informado. Por um lado, manteve viva a memória dos que a distinguiram nas suas últimas vontades,
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  Homenagema D. Manuel ClementeInauguraçãoda Casa da PreladaInauguraçãodo CAS SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DO PORTO   Revista Semestral • ANO XX • N.º 52 • Junho 2013 Distribuição Gratuita  O novo projeto de iluminação da Igreja Privativa da SCMP,realça o requinte escultórico criado pelo risco de Nicolau Nasoni, desde o opulento frontão, constituído pelas armas reais, ladeadas por uma banquela (cruz e tocheiros),passando pelos dois andares em que a composição da fachada se desenvolve, com as três janelas altas recortadas, envoltas em conchas, grinaldas, elementos vegetalistas, cartelas e volutas, que completam uma das mais exuberantes cenografas criada por este artista italiano.     E   D   I   T   O   R   I   A   L 1 Santa Casa da Misercórdia do Porto Rua das Flores, 5 • Apartado 60184051‑801 PORTOTelef. 222074710 • Fax 222050116www.scmp.pt • scmp@scmp.pt BOLETIM SEMESTRAL NOVA SÉRIEANO XX • N.º 52 • JUNHO 2013 Direcção Dr. Antnio Tavares Coordenação e Redacção Departamento de Actividades Culturais Execução Gráca SerSilito‑Empresa Gráca, Lda./Maia ISSN 0872‑7171Depsito legal 299090/09Tiragem 1600 exemplares A Revista “Misericórdia” obedece ao novo acordo ortográco E ditorial Contracapa Entrega do pálio de Arcebispode Lisboa a D. Manuel Clemente pelo Papa Francisco O ano de 2013, é um ano com um perl algo estranho. Por um lado, estamos a viver a pior crise económica e nanceira desde que  temos democracia, crise essa que evoluiu para uma crise política. Por outrolado, assistimos à saída de D. Manuel Clemente para Patriarca de Lisboa. Este número da nossa revista espelha, de um modo feliz, o que foi o desenvolvimento ao longo do último semestre do trabalho realizado. Desde a abertura de novos projetos de serviço à comunidade em varias modalidades, como a Casa e o Parque da Prelada, o Centro de Acolhimento Social  D. Manuel Martins, a intervenção no Colégio de Nossa Senhora da Esperança entre outros, evidenciam a vontade de não só dotar a Misericórdia de novas respostas para com os mais desfavorecidos, como reabilitar alguns dos nossos mais emblemáticos equipamentos culturais. A iluminação da Igreja Privativa, representa, de forma simbólica, uma luz de  esperança num ano que cará como dos mais difíceis desde 1974. Os reajustamentos do programa de ajustamento nanceiro, tiveram um impacto muito grande na vida da Misericórdia do Porto, esta nova realidade vai conduzir  à realização de sucessivas reformas estruturais na instituição, muitas vezesadiadas, que possibilitem novas receitas e novos projetos.Manifestámos ao Governo a nossa total disponibilidade para assumir a gestãodo Centro de Reabilitação do Norte. Aguardamos a decisão nal. Neste ambiente turbulento e de incerteza, em que nunca sabemos como vai ser o dia de amanhã, temos procurado responder a um elevado número de  solicitações, apesar de termos sofrido sucessivos cortes do Estado.Estamos, assim, no olho do furacão a procurar encontrar um novo paradigma  de vivência coletiva. A Misericórdia do Porto vive intensamente o presente, mas com os olhos postos no futuro. A saída do Bispo do Porto para Patriarca de Lisboa, motivou que a cidade do Porto, em volta da sua Misericórdia, lhe prestasse uma justa e digna homenagem dos afetos, a um construtor de consensos. O Porto cou triste com a decisão justa do Papa Francisco, mas alegre por mais uma vez servir a Igreja e Portugal.Boa sorte D. Manuel Clemente, sabemos que nunca se esquecerá do Porto. O Provedor António Tavares  MI   S E R I   C  ó  R D I  A D  O P  O R T  O  ·   B  O L E T I  M  5 2  ·    J   U N .2  0 1  3  2 No dia 26 de Junho,o Palácio da Bolsa acolheu cerimónia que envolveu todas as forças vivasda Cidade do Porto A  Santa Casa da Misericórdia do Porto, por iniciativa dasua Mesa Administrativa, propôs à Cidade a realização de uma homenagem ao Bispo do Porto e Patriarca eleito de Lisboa. A sessão em honra de D. Manuel Clemente decorreu ao m da tarde, no Palácio da Bolsa, envolvendo instituições e cidadãos do Porto.“Levo para Lisboa o Porto, porque Portugal precisa deser um grande Porto, em todos os sentidos”, armouD. Manuel Clemente. A Comissão Organizadora da homenagem da Cidade ao seu Bispo incluiu, ainda, a Associação Comercial do Porto, a Universidade do Porto, a Fundação de Serralves, a Câmara Municipal do Porto e a Universidade Catlicado Porto. “Homenagem dos afetos” a D. Manuel Clemente     H   O   M   E   N   A   G   E   M    A   D .   M   A   N   U   E   L   C   L   E   M   E   N   T   E 3 No entanto, muitas outras entidades se associaram a este momento, como as Misericrdias da diocese do Porto, instituições de solidariedade social, bombeiros,forças de segurança e poder local. O ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar‑‑Branco, e o secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social, Marco Antnio Costa, também marcaram presença.O Pátio das Nações acolheu a sessão de homenageme, perante mais de 500 pessoas, foram dados quatrotestemunhos sobre D. Manuel Clemente. Rui Moreira, presidente da Associação Comercial do Porto,abriu a sessão que contou com as intervenções de José Marques dos Santos, reitor da Universidade do Porto, António Tavares, provedor da Misericórdia do Porto, Luís Braga da Cruz, presidente da Fundação de Serralves, e Rui Rio, presidente da Câmara Municipal do Porto. A Escola das Artes da Universidade Catlica do Porto protagonizou, ainda, dois momentos musicais. A homenagem a D. Manuel Clemente encerrou com uma sessão de cumprimentos na Sala dos Retratos. O provedor da Santa Casa da Misericrdia do Porto enalteceu a “disponibilidade diária e el” do Bispo do Porto às instituições da cidade. António Tavares armou,ainda, sentir um misto de “orgulho e tristeza”, designando D. Manuel Clemente como “um verdadeiro lho adotivodo Porto”. Para o provedor, esta homenagem da Cidade ao seu Bispo é uma “homenagem dos afetos”. D. Manuel Clemente serviu a Cidade do Porto desde 2007 e assumirá o Patriarcado de Lisboa no prximo dia 6 de julho. M 
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